terça-feira, setembro 18, 2007

D

Há dias assim. Dias em que parece que o nosso mundo vai desabar. Dias em que não sabemos o que realmente queremos. Dias em que nos apetece ligar e sabemos que não devemos (ou não podemos). Dias em que não sabemos em que pensar. O que fazer. Como reagir. Dias em que nos apetece mandar tudo "pró alto" e esquecer...

Esquecer a vontade que tenho de voltar a rir contigo. Em voltar a ver-te. Estar contigo. Poder abraçar-te mais uma vez... nem que seja só mais uma vez.

segunda-feira, setembro 17, 2007

Plano b

Ele: "E lembro muito... não percebo porquê... mas lembro..."

sexta-feira, setembro 14, 2007

Audácia Excessiva

Ainda a procissão vai no adro e já se desenrolaram todo um conjunto de sentimentos e de probabilidades imprevisiveis. Isto é algo que sempre julguei inatingível. De uma maneira simples, singela, pura, ingénua (ou não) e sem malícia tornou-se possivel, ou será melhor dizer quase possivel? É simplesmente fantástico e sem sombra de dúvida delicioso. Um pouco estranho confesso. Acontecimentos fortuitos de facto existem e podem trazer surpresas maravilhosas... Isto porque existem coisas na vida que julgamos que nunca irão acontecer. Não se trata de forma alguma de falta de auto-estima. São fenómenos difíceis de explicar. Por muito que tente.. sei que não vou conseguir fazer-me compreender. Neste momento, apenas tenho plena consciência que o verbo que mais utilizo ultimamente é o "gostar". E sim, continuo a achar que não há coincidências.

I never will forget the way you look tonight...
The lady in red, the lady in red...

"A loucura ou insânia é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados "anormais" pela sociedade."
Apetecia-me...

quinta-feira, setembro 13, 2007

Speechless

...

Ewan: We should be lovers

Nicole: We can´t do that

Ewan: We should be lovers. And that´s a fact


...

Por algum motivo voltei a "ouvir" Moulin Rouge.

terça-feira, setembro 11, 2007

Confissões...

Há coisas deveras interessantes que, por minimas que possam parecer, por vezes têm resultados menos bons...

Fiquei triste.. considero determinadas datas, neste caso um aniversário, momentos especiais, íntimos.. além de que sei como te sentes nesses dias, a melancolia envolve-te o peito.. sei também que geralmente nem gostas de falar com ninguem...

Com jeitinho até me vais dizer que para ti não significa nada de especial...

Mas mesmo assim.. gostava de ter estado presente.. nem que fosse num simples telefonema...

Como ouvia em tempos: "You know me".

Adoro-te. Beijinho.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Sim


"Apesar da aparente calma dos temas, há uma sensualidade e um swing desconcertantes."

quarta-feira, agosto 29, 2007

Auto-Flagelo

"(...) necessidade de termos de arriscar a viver relações pouco convencionais, mas que, em troca, nos oferecem a intensidade das grandes paixões."

Bruna Lombardi in Activa

sábado, agosto 25, 2007

Frustrações

Ela: "(...) é um menino de tenra idade que só aparece para atormentar cabeças equilibradas e cheias de vivências!"

hummmmm..... ;)

quarta-feira, agosto 22, 2007

Matéria Furtada

Amigos Falsos: Tiram-te a bebida quando acham que já bebeste demais.

Amigos Verdadeiros: Olham para ti e dizem: Bebe essa merda toda! Sabes que nós nunca desperdiçamos bebidas!

terça-feira, agosto 21, 2007

Frases lapidadas e pensamentos profundos

Ele: "Gosto de ti assim toda animada."

Há coisas na vida que nos deixam confusos. Frases. Expressões. Reacções. Pensamentos. Hoje fiquei "pendurada". Como me sinto? Stressada. Isso não se faz. Enfim, melhores dias virão. Apetece-me ir ao Porto. Quero ver pessoas. As minhas pessoas. Sinto falta de muitas delas. De momentos especificos. Sinto falta da cidade. O chá das cinco em casa da Daniela. As nossas tardes de café em café. As horas em nos demoravamos a arranjar para sairmos todas juntas. A forma como só nós nos sabiamos divertir. O facto de podermos ser nós mesmas sem nos importarmos com o que pudessem achar de nós. Porque é que tivemos de crescer? Estavamos tão bem todas juntas. "Sabes como é... Chega a uma altura em que temos de assentar." Não, não sei como é. Não consigo descobrir. Se calhar é por isso que estou stressada. Ou será por ter ficado "pendurada"? Já são muitos dias sem trabalhar (três), já não estou habituada e ponho-me a pensar em asneiras. É isso. De certeza que é. Só pode ser.
De qualquer das formas estou saudosa de certos momentos.
E decididamente estou stressada.

Acho que vou adormecer ao som de Vanessa da Mata hoje.

segunda-feira, agosto 20, 2007

Tecnologia de Ponta

Existem momentos que devem sem dúvida ser recordados. Para não variar, este fim de semana foi mais um deles! O grupo, muito bom. Os lençóis. As gargalhadas da Lili às 6h00. O vento. A espera pelo banho. A tão famosa "Suite King". A alegria. O divertimento. A loucura. O "swing" das festas de Viana (...as crianças não pagam, mas também não andam...). A Cavalli (alguém foi roubado lol). Os discos pedidos. A chamada de atenção do guarda nocturno (tais eram as gargalhadas). Os três cobertores. A princesa. O esquilo da Cidade de Gelo. As mais de 700 fotos. A vodka preta. A cabeçada. Os escorregas. A loucura do Vitor Rafael após noite de farra. O grande pião frustrado. A nossa primeira vez a acampar (Lili e eu). O pneu que não queria sair. O raspanete da Marisa. As marinheiras. O parque de campismo Sereia de Gelfa. As caipinhas (com balas lol). O montar das tendas. Acho que havia uma praia a 2klms. A espera de 1h por um simples hamburguer. O corpo mole. A preguiça. A menina do avental cor de rosa. O saltar à corda. A bola que não foi usada. O comboio que descarrilou (Estação Viana). O chupar dos calipos. As escadas com semáforos. E sem sombra de dúvida o mais importante... O Roger!!! Esse partiu tudo!!!!
Grande aventura.
Momentos deliciosamente fantásticos.

quinta-feira, agosto 16, 2007

segunda-feira, agosto 13, 2007

Será que ele vai entender?

Existem várias maneiras de conquistar... Várias maneiras de seduzir... Uma das mais recentes dá-se pelo nome de hi5. Umas cusquisses, uns bitaites, uns elogios e já estão a trocar o contacto electrónico para depois passar mais facilmente ao número de telefone pessoal. Mas deparo-me com uma nova situação. A blogosfera. Afinal desde quando é que ter um blog tem como finalidade conhecer umas miudas? Até soa estranho isto. Aliás soa muito estranho. Mas leio muitos assim... Não estou de modo algum a criticar. Acho sem dúvida uma maneira original de atingir objectivos, eu apenas me considero da velha guarda . Gosto das coisas à maneira antiga. Gosto do charme e do saber esperar (apesar de querer tudo muito rápido no início).
Não escrevo a pensar em quem vai ler os meus textos. Não escrevo à espera de comentários. Escrevo porque gosto. Porque tenho um caderno de capa preta A5 onde escrevo tudo o que me vai na cabeça. O caderno que anda sempre comigo e onde aponto qualquer detalhe que me interessa. Por mais insignificante que seja. Não preciso que me conheçam através dos meus textos. Apesar de todos eles mostrarem um pouco de mim. Há dias em que não me apetece escrever (raros). Há dias em que só me apetece escrever.
Blog para fins ilícitos? Não me parece.

quarta-feira, agosto 08, 2007

Deixadas a si mesmas, as coisas tendem a ir de mal a pior...

O que é que é suposto pensarmos quando no final de um encontro recebemos um beijo? Será que correu bem? Será que quer algo mais? Haverá sentimento ou apenas desejo? E o mais importante... Como é que eu me sinto? Tantas perguntas levam-me a pensar se não estarei naquela fantástica idade dos porquês. Gostava de estar. Afinal segundo os psicólogos temos a obrigação de responder às crianças. Será que também se pode aplicar aos adultos? Acho que devia. Afinal todos temos direito a respostas. Começo a achar que as perguntas é que estão erradas. Colocar mal uma questão pode prejudicar todo o sentido da nossa existência. Apetece-me voltar à idade dos porquês. Ter 4 ou 5 anos, poder fazer todas as perguntas e principalmente alcançar todas as respostas (por mais absurdas que possam parecer). Mas como tal não vai acontecer, vou limitar-me a continuar a fazer as minhas perguntas. Posso não obter as respostas, mas vou tentando. O significado do beijo? Não sei. Mas são sem dúvida os que nos sabem melhor.

terça-feira, agosto 07, 2007

Ideias

"O amor é um processo contínuo de conhecimento e aceitação."

segunda-feira, julho 30, 2007

Febre de sábado à noite

Não consigo. Tenho mesmo de referir aquela viagem de sábado. Foi brutal!!! A música da Vanessa da Mata... Foi demais!!! Tudo a dançar... Até os mais teimosos não resistiram. Não houve Quim ou Yolanda que batesse aquele grande som. Sim, eu sei... aquela mítica noite no Park foi muito melhor.

Se já andava a cantar isto agora...

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou do bem, mas...

domingo, julho 29, 2007

Conversas por terminar...

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor.

Fique mais.. Que eu gostei de ter você... Não vou querer mais ninguém... Agora que sei quem me faz bem...

Ela: " Ela é uma das minhas melhores amigas!"
Ele: "Também é das minhas melhores amigas, mas não implica que não saiba como ela realmente é."

Sabe tão bem apanhar estas conversas paralelas. Principalmente quando estão a falar de nós. Hummm... Fiquei logo outra mulher. E eles nem se aperceberam, preferiram continuar a discutir. (ao som de Tora Tora Big Band)

quinta-feira, julho 26, 2007

coisa boa coisa má, quem está livre, livre está

Estava a precisar de uma noite como a de ontem.
Aliás estava com saudades.
Muito bom.
Sonhar é bom... os sonhos são bons de ler...

quarta-feira, julho 25, 2007

Alter Ego

Em tempos dei-lhe o nome de "Feiticeira", hoje chamo-lhe "Alter Ego". Sem dúvida que ambos estão relacionados, o contexto e o sentimento é exactamente o mesmo. Penso que a nuvem cinzenta voltou. A culpa é minha, não soube retirá-la na devida altura e agora... agora voltou mais pesada. Mais escura. Alter ego parece-me o mais indicado no momento. Voltamos à história de um outro eu, uma identidade secreta, um escape para a tristeza que por vezes trazemos dentro do peito. Aquela angústia que nos deixa arrasados e mesmo assim temos de sorrir. Temos de ser fortes e não podemos de modo algum desabar. Os amigos contam connosco. Mas não dá mais. A corda rompeu.
"TU estás a dizer-me que desististe?"
Será que é pior sentirmo-nos em baixo pelas asneiras que fazemos (desta feita conscientemente), ou ver e sentir o olhar de desilusão de um amigo? Por vezes poderá ser mais estúpido estarmos em frente a um computador a debater com a nossa própria mente e a tentar exaustivamente encontrar uma resposta que apenas se poderá encontrar com o passar do tempo. Mas ele custa a passar. Destrói-nos este cansaço. Esta angústia que nos aperta a alma, que nos faz sentir indefesos e desastrosamente cobardes. Cobardes por não enfrentar, por não querer dar a volta por cima. Afogar os pensamentos em trabalho e não pensar que o vazio que sentimos nos torna cada vez mais frios. Mais impotentes para combater seja o que for que nos atormenta. Mas supostamente isto torna-nos mais fortes. A esta altura não consigo compreender, eles tentam explicar, dar a opinião, mostram que nem tudo é fácil e que temos de saber contornar as adversidades. Merda para as adversidades. São sempre as mesmas e não consigo contorná-las, penso que sim, mas de um momento para o outro, lá estão elas mais fortes do que nunca. Prontas para me arrasar. Confesso que desta vez me deitaram abaixo. Penso que a nuvem voltou?! Voltou de certeza.

terça-feira, julho 24, 2007

Conjunto de coisas necessárias à subsistência.

"A vida é demasiado curta para cumprir regras."

domingo, julho 15, 2007

segunda-feira, julho 02, 2007

Ana e o Rei

"Se o amor fosse uma escolha, quem escolheria semelhante dor?"

terça-feira, junho 26, 2007

Sempre bom.

Quando Shrek, o mais querido dos ogres, verde, feio e com mau hálito, se casou com Fiona, a última coisa que estava nos seus planos era ser Rei. Mas quando o seu sogro, o Rei Harold, começa a coaxar, é esse o destino que o espera. A menos que Shrek, com a ajuda dos seus leais amigos Burro e Gato das Botas, consiga arranjar um Rei decente para o substituir no trono do reino Far Far Away (uma espécie de Hollywood, em versão conto de fadas). Caso contrário, terá mesmo que usar a coroa e aguentar-se no cargo! Reinvenção do conto de fadas, com tanto de maravilhoso, como de perverso, Shrek é uma animação que reúne crianças e adultos (com algumas piadas só para os mais velhos, basta relembrar a banda sonora do segundo filme em que eram convocados Nick Cave e Tom Waits). Na versão original, Mike Myers, Eddie Murphy, Cameron Diaz e Antonio Banderas dão voz a estes personagens animados.

sexta-feira, junho 22, 2007

Grande som...

Cinco da manha,cerveja martini e morfex
Não consigo relaxar precisava do teu sex
Quando a cabeça não tem juízo
Consomes mais do que é preciso
Variações cantou e eu realizo.
O corpo é que paga,deixó pagar deixó pagar.
Se tas a gostar puto há qu' aguentar.
O preço é bem caro mas vale a pena bébé.
Sabes do que tou a falar,
Sabes bem como é que é.
Não tou contigo há três noites,
Mais parece uma iternidade,
Nunca pensei que pudesse sentir tanta saudade.
Só tu me conseguias acalmar neste momento,acredita,
Já tentei tudo o resto e só me serve a minha puta,
De cigarro em cigarro a cacilhar brutalmente,
Tenho a tua foto à minha frente ,
E parece que de repente,
Sorriste para mim, piscaste o olho molhaste a boca.
Sabes que me matas e eu ja tou meio touca.

Mata-me de novo
Só mais um bocadinho
Preciso do teu KÊÊÊÊÊ
Só mais um bocadinho

Electronics, soulsonic, massagem cerebral,
Sem fazer esforço algum: o resultado é genial.
A tv shop tá a dançar numa imagem meio turva,
No mini bar do hotel.
Já acabou a minha surva
Deito-me ao teu lado
Começo a fazer-te festas
Só posso tar a flashar, para te dar a dar destas,
Venho-me para cima de ti, desculpa lá o mau jeito
Não tava à espera,
Mas o que tá feito, tá feito
Foi tao bom para ti,como foi para mim?
Por favor diz-me que sim,por favor diz-me que sim.
Não te importas que adormeça,
Fica do meu lado,vou sonhar contigo
Mata-me mais um bocado

Mata-me de novo
Só mais um bocadinho
Preciso do teu KÊÊÊÊÊ
Só mais um bocadinho


Da Weasel
mata-me de novo

quinta-feira, junho 21, 2007

Sabiam que existe o cargo de "Ministro para os Assuntos Religiosos do Paquistão"?

"O leite é um composto nutritivo líquido, produzido pelas glândulas mamárias das fêmeas dos mamíferos para a alimentação dos filhotes. Em grande parte das espécies, existem duas glândulas ou dois conjuntos de glândulas, uma em cada mamilo localizado na parte frontal superior entre os seres humanos, ou nos quadrúpedes na parte ventral do animal.

É formado por água, uma proteína principal, a caseína, uma gordura específica, a butirina e um açúcar também específico, a lactose."


E já agora, sabiam que os pacotes de leite têm abertura fácil?

quarta-feira, junho 20, 2007

O silêncio é uma virtude quando nos evita dizer ou ouvir tolices.

"Sentada no teu colo de frente para ti, as minhas pernas em volta do teu corpo. Encho-te de beijos longos carregados de desejo enquanto solto breves gemidos de prazer. As minhas mãos redescobrem o teu corpo sedento do meu..."

segunda-feira, junho 18, 2007

Coisas Complicadas*

"verniz amargo para unhas roídas ou ultra strong with diamond powder da Maybelline"

*a propósito de coisas simples ;)

quinta-feira, junho 14, 2007

É fácil...

...é como encontrar um trevo na tromba de um elefante...

Ela: "Pois, porque todos eles são os extremos uns dos outros."

segunda-feira, junho 11, 2007

Oeiras Alive 07

Smashing Pumpkins
White Stripes

Ele: "A droga está a anestesiar a cerveja."

segunda-feira, junho 04, 2007

Helena Body Addicted

Conceito:
És capaz de representar tudo o que me falta.

quinta-feira, maio 31, 2007

quarta-feira, maio 30, 2007

Toxicodependente do álcool

Foram uns dias giros. Bastante até. Trabalho... "Gata Amarela" (private). Porto!!! Muito bom. Recordações. Lembranças. Cafés (aquela associação... lol). O meu moreno... Gostei mesmo de o ver. Os brigantinos sempre tão bem dispostos. A loira oxigenada que só diz asneiras. Enfim... Que saudades... de tudo... de todos. Podia dizer tanta coisa e não me apetece dizer nada. Apenas que... Gostei.

Beijinho especial para a minha Rolino...

quarta-feira, maio 23, 2007

Porque não consigo parar de ouvir...

He stands touch his hair his shoes untied
Tongue gaping stare
Could I have been a magnet for money?
Could I have been anyone other than me?

Twenty three and so tired of life
Such a shame to throw it all away
The images grow darker still
Could I have been anyone other than me? Then I

Look up at the sky
My mouth is open wide, lick and taste
What's the use in worrying, what's the use in hurrying
Turn, turn we almost become dizzy

I am who I am who I am who am I
Requesting some enlightenment
Could I have been anyone other than me?

Sing and dance I'll play for you tonight
And thrill at it all
Dark clouds may hang on me sometimes
But I'll work it out then I

Look up at the sky
My mouth is open wide, lick and taste
What's the use in worrying, what's the use in hurrying
Turn, turn we almost become dizzy

Falling out of a world of lies
Could I have been a dancing nancy
A dancing nancy
Could I have been anyone other than me?

And then I sing and dance
Lalala hey, lalala hey, lalala
Sing and dance
Lalala hey, lalala hey, lalala

Sing and dance i play for you tonight, the thrill of it all
Dark clouds may hang on me sometimes but i work it out

Then i, Look up at the sky
My mouth is open wide, lick and taste
What's the use in worrying, what's the use in hurrying
Turn, turn we almost become dizzy

Dancing Nancies
Dave Matthews Band

domingo, maio 20, 2007

Grau Superlativo Relativo de Superioridade

Vitória Sempre.
Não é o que dizem? Devem dizer.

quinta-feira, maio 17, 2007

Forum d'horas

Porque simplesmente existem aquelas conversas que sabem bem.

terça-feira, maio 15, 2007

Hi5

Wow. 4000 visitas efectuadas. Inacreditável.

...primeiro estranha-se, depois entranha-se...

Ontem perguntaram-me porque não tinha nada relativamente recente no meu blog, ao que respondi que andava "desinspirada". Realmente nada. Não me ocorre mesmo nada para escrever aqui, logo este post vai ser mesmo para isso, para não dizer rigorosamente nada. E daí talvez não.. Ora vejamos, houve uma certa e determinada pessoa que acabou (neste momento exacto) de me inspirar!! "Catalogar relações. Devias fazer um post sobre isso". Será que vou conseguir... não sei. Mas vou tentar. Não sou a pessoa mais indicada para falar sobre o assunto, até porque não percebo mesmo nada de relações. Costumo dizer que há duas coisas sobre as quais não faço comentários. Uma é sobre relações e a outra é sobre o programa da TVI: Fiel ou Infiel. São coisas que não entendo e nem tento entender. Sobre este assunto não há muito a dizer, até porque acho que o problema reside na catalogação. A qualificação da relação deixa as pessoas um pouco confusas. Sim, porque fazem exactamente as mesmas coisas, mais ou menos assumidas, mas fazem-nas. O que interessa se o vizinho, o amigo, a prima, o piriquito ou o papagaio estão a ver?? Não interessa... O mais importante é o que se sente. Prazer. Dor. Saudade. Vontade. Desejo. Angústia. Raiva. Enfim sentimentos e sensações. E esses estão presentes em qualquer uma das qualificações. Relações oficiais ou oficiosas, curtes, namoros, afiambramentos, compromissos, casamentos, etc... etc... etc... O que concordo de facto é que a intensidade com que o fazem pode diminuir.. E porquê? Porque supostamente a tal qualificação sobe de nível. Será que sobe? Quem é que definiu que um compromisso é mais importante do que uma curte e esta menos importante que um casamento? Não sei, mas esse Senhor(a) tal como eu não devia perceber muito destes assuntos.

"Ela: Andam aos beijos, abraços, falam da vida e fazem sexo. Mas a definição é que paira e tira o interesse porque faz-se exactamente o mesmo em qualquer fase."

terça-feira, maio 08, 2007

Cortejo

Beijinho especial:

para a Mafalda,

para o Luisinho (da Daniela),

para o Miguel (Trix),

para o outro Miguel (Obélix),

e para o Luis (da Ana).

Parabéns.

segunda-feira, maio 07, 2007

filho da mãe...

... mas é mesmo por isso que gosto dele! :p

domingo, maio 06, 2007

gira em volta da Terra

Repararam na lua este fim de semana?
Estava fantástica, verdadeiramente deslumbrante...

Afiambrar

Isto de ter amigas a estudar em encostas tem muito que se lhe diga.. aquela porra é mesmo sempre a subir (agora percebo porque deixaste de ir ao ginásio, tem toda a lógica)! A esta altura do campeonato ainda só vejo placas com kilómetros (e mais kilómetros) à minha frente. IP4, A23, A24, A25. Não necessariamente por esta ordem. Foi muito bom.. mesmo muito bom. Pera!! A Tilinha não chorou?? Como não chorou?? Ai ai... Foi deveras importante conhecer aquele pequeno grande mundo. Desde o frango de churrasco do jantar, os amigos, a Super Bock a 1 euro (que roubo!!), aos seguranças do recinto (que não me quiseram revistar), aos Blasted Mechanism (Raquel sem dúvida o melhor concerto deles que já vi, escolheste bem a primeira vez para os ver), a fita que sobrou, a missa que vimos de longe (a versão é esta), ao sol, os aviões da UBI, ao cachorro (que fome que tínhamos), o conhecer da tão famosa Companhia, a Puta que tão bem nos recebeu (até me cedeu a cama dela), a familia da Tilinha sempre tão bem disposta e animada, às quinhentas mil fotos que tiramos para recordar tão preciosos momentos até à nova palavra que aprendi a gostar: afiambrar. Ups.. como me pude esquecer do tão famoso "abre cápsulas"?? Foi fantástico! Foi sem dúvida uma noite diferente. Ouvi dizer que para o ano há um tal de arraial? É para marcar férias? Siga...
Na viagem de regresso uma despedida de solteira. Um agradecimento especial aos meninos disponiveis da Afonsina, que tão simpáticos foram ao disponibilizarem-se para uma serenata a tão bela donzela.
Fins de semana destes? Venham mais...

quinta-feira, maio 03, 2007

Desígnio

Há coisas fantásticas não há?

"Ai Mouraria
Da velha rua da Palma
Onde eu um dia
Deixei presa a minha alma

Por ter passado mesmo ao meu lado certo fadista
De cor morena, boca pequena, olhar trocista

Ai Mouraria
Do homem do meu encanto
Que mentia
Mas que eu adorava tanto

Amor que o vento
Como um lamento
Levou consigo

Mas que ainda agora
E a toda a hora
Trago comigo"

terça-feira, maio 01, 2007

Ela: Por vezes é preciso sofrer para melhor apreciar os bons momentos.

Hoje estou apaixonada por ti. Sinto saudades tuas, dos teus beijos, do teu toque, do teu olhar e principalmente do teu sorriso. Esse sorriso, essa gargalhada... Tenho mesmo saudades.
Tanta coisa que me apetece dizer e não posso...
Senti a chuva lá fora e de repente deu-me vontade de te ligar, de te dizer alguma coisa, mas não posso, não devo.
Tornaste tudo tão estranho, tão estúpido, tão dificil... mas fizeste-me voltar a escrever e desde já agradeço-te por isso.
Continuo a achar que não há coincidências.

"I don't care if it hurts,
I wanna have control
I want a perfect body
I want a perfect soul

I want you to notice
when I'm not around
You're so fuckin' special
I wish I was special"

segunda-feira, abril 30, 2007

Xutos?!? Então não era Da Weasel?

"O que acontece em Bragança, fica em Bragança."

quinta-feira, abril 26, 2007

Percebem a ideia?

Betty Boop/Helena Cunha
Lindas e maravilhosas...

quarta-feira, abril 25, 2007

Revolução dos Cravos

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder


E depois do adeus
Paulo de Carvalho
Letra: José Niza
Música: José Calvário

terça-feira, abril 24, 2007

Princípio Exacto ou Boa Fé

"Nunca acredites num cão coxo ou nas lágrimas de uma mulher."

Acessibilidade

Ela: Novidades?
Eu: Nada.
Ela: Ui... Estás bem?
Eu: Não.


Trriiiiiimmmmmm.....

segunda-feira, abril 23, 2007

Frida Kahlo

La tragedia es lo más
ridículo que tiene ‘el hombre’
pero estoy segura, de que los
animales, aunque ‘sufren’,
no exiben su ‘pena’
en ‘teatros’ abiertos, ni
‘cerrados’ (los ‘hogares’).
Y su dolor es más cierto
que cualquier imagen
que pueda cada hombre
‘representar’ o sentir
como dolorosa.”
(Diário de Frida Kahlo)

Rapunzel

Será que se for para uma torre bem alta, deixar crescer o meu cabelo (ainda mais) e lhe fizer uma trança, aquele tal de prince charmming me vem salvar?

come what may

Never knew I could feel like this
Like I've never seen the sky before
Want to vanish inside your kiss
Every day I love you more and more
Listen to my heart, can you hear it sings
Come back to me, and forgive everything
Seasons may change, winter to spring
But I love you until the end of time

domingo, abril 22, 2007

Feiticeira

Existem certas alturas na vida em que tudo se torna complicado. Alturas em que não é fácil, ou não parece fácil, contornarmos as adversidades. Aquele sentimento de não se saber o que fazer a seguir, até porque qualquer coisa que se faça vai ser errada de certeza. A insegurança que nos atormenta nessa altura. Que nos faz sentir fracos, feios e inúteis. Uma tremenda nuvem cinzenta aloja-se em cima das nossas cabeças com uma rapidez e eficácia indescritível. Princípios, ideias, convicções e aquela forte personalidade que nos caracteriza desmancha. Aliás a tristeza e a melancolia obscurecem a nossa inteligência, ficamos incapazes de compreender e julgar com uma certa lógica. Podemos mesmo dizer que perturba o nosso espirito, a nossa paz, a harmonia que habitualmente nos é conhecida. Geralmente apenas se trata de uma visão turva transitória. Mas que custa a passar custa. Imenso.
"Os homens não te resistem... Mas não sabem como te tratar... És demasiado bonita e inteligente para eles :)"

terça-feira, abril 17, 2007

Aranha

"Há dias de manhã, em que à tarde, não se pode estar à noite"

quinta-feira, abril 12, 2007

serenidade

Sinto-me inacreditavelmente calma.
Vem por aí tempestade.
O moreno voltou.

Idiossincrasia*

Decidi alterar o semblante do meu blog...
A ver vamos. Será que vai ser aprovado?

*reacção individual própria a cada pessoa

terça-feira, abril 03, 2007

Dialectos de Ternura

Em cada beijo, há uma frase, em cada frase há um verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
Uma história que ensombra a memoria
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei em cada noite que amei
Ou pensei que amei, porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá á toa, em troca de quase nada
Ela não ‘ta espantada, pelo contrário relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorada
E diz-me...

quinta-feira, março 29, 2007

Falta de Discernimento

"Se eu fosse um travesseiro, era o teu... dormias tu mais eu."

segunda-feira, março 26, 2007

Gira e Boa. Helicóptero.

Gostei de ti desde a primeira vez em que te vi. Estavas calmo e sereno. No entanto, de uma certa forma parecias desconfiado. Foste simpático e cordial comigo. Uma estranha que acabara de entrar na tua vida. Umas horas passaram... A noite foi longa e agitada. Trocaram-se caricias e sorrisos. Foi mesmo estranho. Mas gostei. De uma forma estranha gostei. Uns dias passaram... Uns cafés, uns encontros casuais. Uma cumplicidade extraordinária. Um interesse quase que alheio. Peculiar diria eu. Uns meses passaram... Existirá algo pré-determinado que orienta as acções e os acontecimentos na vida dos Homens. Destino. Será?
Afinal não há coincidências.

domingo, março 25, 2007

Banksy


A dança é uma arte, ou seja, é um conjunto de regras para realizar algo com perfeição, no qual exige habilidade e compromisso ao dedicar-se, todavia é uma forma de expressão artística coordenada, que carece de sentimentos e ideias através do movimento corporal.

sábado, março 24, 2007

Inutilidade do Sofrimento

Sabem algo que detesto? Pessoas ocupadas. Pessoas que estão sempre ocupadas. Enfim.
Até um dia moreno.

terça-feira, março 13, 2007

Gostei.

"Gosto de café e do cheiro a torradas pela manhã... Gosto do Verão... Gosto do mar, do seu cheiro e do seu barulho...Gosto do pôr do sol abraçado a ti... Gosto do sol quente nas tardes de Inverno, gosto de ouvir a chuva e da trovoada mas debaixo dos cobertores... Não gosto de estar na rua quando chove...
Gosto de me apaixonar... Gosto de namorar... Não gosto de engates nem de infidelidade, mas gosto do jogo de sedução... Gosto que gostem de mim e de me sentir desejado e apaixonado... Não gosto de ser esquecido nem da solidão...
Gosto de rir, de sair, de viajar... mas também gosto de não fazer nada, do ócio saudável... Gosto de ir ao cinema, de sair a noite... Gosto de dançar, dançar, dançar contigo!
Gosto de exercicio fisico... Gosto muito dos meus amigos, de um abraço forte e verdadeiro... Gosto da sinceridade nos outros... Nao gosto de falsas amizades... Gosto de ir ao teatro e jantar fora... Gosto de andar de carro ter-te a meu lado, ouvir musica e cantar fora do tom... Gosto de filmes de DVD enroscado no sofá sem pipocas mas com a tua companhia...
Dos teus abraços e beijos longos... Gosto de te recordar, sonhar com o final do dia e de ter-te à minha espera... Gosto de ti... Gosto do teu ar, do teu olhar, da tua forma de andar... Gosto de te cheirar de te sentir, de me calar para te ouvir... Gosto de me deitar ao teu lado para dormir, acordar, levantar-me e rir... Gosto da tua boca do teu sorriso aberto, a tua voz cantada... Gosto do teu cabelo que não é nem estranho nem normal, do olhar mais secreto, gosto de te ter junto ao meu peito a contar as batidas do meu coração... Gosto de te sentir por perto e saber que tudo esta certo... Gosto de ti... Mas gosto muito de mim também. Entendes?"
Claudio Ramos

segunda-feira, março 12, 2007

sexta-feira, março 09, 2007

toma lá morangos!!

Jornalista: "O que é que aconteceu?"
Adepto FCP: "O que foi dito, foi o que aconteceu, viva D. Afonso!"

Liga dos Campeões
Chelsea - Porto (2-1)

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

domingo, fevereiro 25, 2007


Artistas de Circo

Moreirense 2-2 Pontassolense

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Fado da sina.
Porque simplesmente gosto.

Fado da Sina

Reza-te a sina nas linhas traçadas na palma da mão,
Que duas vidas se encontram cruzadas no teu coração.
Sinal de amargura, de dor e tortura, de esperança perdida,
Destino marcado de amor destroçado na linha da vida.

E mais se reza na linha do amor que terá de sofrer
O desencanto ou leve dispor de uma outra mulher.
Já que a má sorte assim quis, a tua sina te diz...
Que até morrer, terás de ser, sempre infeliz.

Não podes fugir, ao negro fado mortal,
Ao teu destino fatal,
Que uma má estrela domina.
Tu podes mentir às leis do teu coração,
Mas (ai!...) quer queiras quer não,
Tens de cumprir a tua sina.

Cruzando a estrada na linha da vida traçada na mão,
Tens uma cruz à feição mal contida, que foi uma ilusão:
Amor que em segredo, nasceu quase a medo, p’ra teu sofrimento,
E foi essa imagem a grata miragem do teu pensamento.

E mais ainda te reza o destino que tens de amargar,
Que a tua estrela de brilho divino deixou de brilhar...
Estrela que Deus te marcou, mas que bem pouco brilhou
E cuja luz, aos pés da cruz, já se apagou.

sábado, fevereiro 17, 2007

Não concordo

"Não existem mulheres irresistíveis. Existem homens que não lhes sabem resistir."

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Há quem lhe chame: Paragem de Digestão!

"Nem tudo na vida é fácil. São muitos os obstáculos que surgem e que temos de conseguir superar. Sabemos também que arranjar amigos é fácil mas mantê-los requer carinho, dedicação, atenção e até uma certa devoção. Chega a ser complicado e cansativo, mas sabe tão bem quando temos noites como a de ontem. Parabéns por teres aguentado mais um ano a aturar-me. Parabéns por fazeres o meu dia-a-dia mais feliz ao seres minha amiga.
Parabéns. Parabéns. Parabéns.
Muitas felicidades!
O resto já sabes, não tudo de bom mas tudo do melhor. É que posso desejar a alguém tão importante. Beijinho Grande"
Este é só para ti.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Desprovida de Sentimentos

"Tu fazes-me lembrar o Zé... Não consegues por um fim ao passado, parece que gostas de o eternizar!"

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

A toalha de mesa de um almoço de familia ao domingo.

Alguém reparou na camisa do seleccionador brasileiro (Dunga)??

Portugal-Brasil

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Pela luz dos olhos teus

Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai que bom que isso é meu Deus
Que frio que me dá o encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar
Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar
Meu amor, juro por Deus
Que a luz dos olhos meus já não pode esperar
Quero a luz dos olhos meus
Na luz dos olhos teus sem mais lará-lará
Pela luz dos olhos teus
Eu acho meu amor que só se pode achar
Que a luz dos olhos meus precisa se casar.

Vinicius de Moraes

sexta-feira, dia dois.

Saudade
Lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia.
Amizade
afeição;
amor;
boas relações;
laço cordial entre duas ou mais entidades;
dedicação;
benevolência.
Amigas
o que quer bem;
favorável;
partidário;
aliado;
afeiçoado;
que tem amizade
Companheiras
que acompanha;
aquela que acompanha;
colega;
camarada;
condiscípulo;
amiga.

Porque vocês merecem.

sábado, janeiro 27, 2007

Cubículo Analítico

Tudo começou com uma simples viagem que durou sensivelmente cinco anos. Não há muito para contar, apenas se tratou de uma breve corrida contra o tempo. Desta corrida bastante entusiasmante restaram apenas cinco fenómenos raros da natureza. Fenómenos estes excessivamente raros que nem ouso pronunciar os seus nomes.
Pensei em retratar certas experiências vividas…

“Não é que resolvemos ir todos para os copos? Inacreditável… íamos só tomar um cafezinho. Mas era a primeira vez do Luisinho connosco, tínhamos de lhe ir mostrar o nosso mundo. Jantarzinho em casa da Dani e quando demos por nós já estávamos no ¼ de Águas a beber sangria. E porque não irmos jogar bilhar? Estavamos por tudo…o grupo estava agradável e quando nos apercebemos até já chupávamos as laranjas. Nest stop… Estado Novo. Ok, sem comentários. Luís (o porta-copos) este é para ti.”

“A nossa menina fashion não está nada bem… apaixonou-se e temos de a animar. Sabemos que não é nada fácil. Vamos lá às nossas parvoíces. Plano: Joãozinho na baliza. Super prático. É só atar as mãos e as pernas, tem de estar nu e depois e só rematar. Pormenor: tem de ser no dragão, no fim de um jogo qualquer. Atenção ganha quem acertar mais vezes. No fim damos uma hipótese de reconciliação. Se não resultar volta para a baliza ok?”

“Então onde vai ser o jantar deste ano? No sítio do costume? Ok pode ser. O grupo também o de sempre? Ok. Às 21h00 encontramo-nos. O churrasco já está no prato e não podemos deixar aquecer o vinho no copo. Vá lá mais um brinde!! Mafas tas a topar que ele acha que vai ficar com as duas? Girassol? De onde surgiu? Estava ao telefone não percebi, mas também não é para perceber. Siga para o recinto. Ups, já estamos cá dentro. Hello?!?!? Como entramos… se calhar amanhã pensamos nisso. O segurança apalpou-nos. Finalmente!!” ( segundas-feiras de queima)

“Estamos mesmo fartas de não fazer nada de jeito. Vamos fazer exercício? Como somos contra ginásios, vamos a uns passeios ao parque da cidade. Ficamos em forma e respiramos ar puro. Bora lá? Aí vão duas tolinhas por lá fora... andamos, andamos, andamos e tornamos a andar. Paramos, uns exercícios, duas de treta. Como já não se faz mais nada e tal… vamos lanchar? Siga!! Destino: Torta de Noz, Matosinhos. Parece impossível mas é verdade. Os nossos corpinhos danone mantêm-se com bolos e lanches maravilha na Torta de Noz.” (para a Kitty)

“Estágio? Foi feito para nós, não foi Clarinha? Se foi. A companheira de trabalho mais fantástica e divertida que já alguma vez tive! Se não era o balanceamento esquecido, eram as viagens de carro em que andávamos perdidas nas ruas da invicta. Se não fossem as imagens a ficarem péssimas, era o contacto que na hora H nos dava um fora. Se não eram as mentirinhas profissionais, era o stress de não obter resposta para a realização da recta final. Como voltava a repetir aquele estágio só para passar mais tempo precioso contigo. As nossas histórias e invenções. As gargalhadas de encher os olhos de lágrimas. Tantas histórias… foi um verdadeiro ano de emoções. Não te preocupes com o meu cavaleiro andante. Se não vier, não faz mal. Tenho-te sempre a ti para te animar.”


Impossível descrever todas. Alguma história que se lembrem? Eu lembro-me de várias… desde as quebras de tensão da Mafaldinha, às três horas que a Dani demorou a arranjar-se para irmos prós copos (como ficamos zangadas). Os desmaios da Rolino em todas as casas nocturnas do Porto e arredores. As tardes de chá e cusquisses (lembras-te da vez que o Israel ouviu tudo? risos). Relembrem. Comecem a relembrar e recordem o que passamos. Cada história, cada minuto, cada momento. Não se tornem assim tão atarefadas, tão ocupadas, tão distantes.

“Hoje acordei zangada. Há coisas que não se fazem. Tiraram as palavras cruzadas do Destak.”

História do Romance

O meu primeiro amor foi um trapézio sem rede. Todos o são. A aventura de entrar num mundo desconhecido, onde príncipes e princesas vão deixar de existir. A verdade das mentiras e das desilusões vai tornar-se tão natural, tão simples, tão básica. Aprendemos a recear as relações. A ponderar. Deixamos a ingenuidade que outrora tínhamos e passamos a reflectir sobre tudo e mais alguma coisa.

Existe sem dúvida quem continue num trapézio sem rede… pessoas com objectivos tão altos na vida pessoal que incluem casamento, filhos, casa, jardim, cão, empregada, carro e todas aquelas grandezas que tornam a maioria das mulheres e homens felizes.

Há quem não se importe de bater com a cabeça na parede desde que obtenha o lar que tanto deseja, que tanto sonhou. Não pensam se vão sofrer, apenas pensam no que vão atingir. Não se importam com as inúmeras discussões, desde que não fiquem solteiras. Não lhes interessa se ele de vez em quando dá uma facada no tão perfeito matrimónio, desde que lhe dê um lar seguro. Não ficam indignadas se não era bem aquilo que sempre sonharam… desde que o resto do mundo não ache isso e a ache perfeita. Aparências, é apenas e somente disso que se trata. Aparências. Não condeno.

Por outro lado existe algo a que eu simpaticamente chamo de não-relação. Aquela que te faz viver num limbo constante entre dor e prazer, em que se se quer viver neste tipo de relação tem que se ter a certeza que isso não interfere com a auto-estima. Principalmente tem que se viver com a revolta, porque neste tipo de relação temos direito ao prazer mas não o direito de exigir. No entanto, não vão procurar quem queira exigir, até porque não querem que lhes seja exigido nada. Faz parte. Tudo é casual. Tudo se trata de um jogo em que ganha quem não se apaixona, ou finge não se apaixonar. Quem diz que está tudo bem e por dentro se desintegra com as mentiras que propõe a si próprio. E chega a altura em que pensa que consegue algo mais. Em que quer a pessoa só para si. E aí… aí já é tarde. Porque percebe que só pode ter essa pessoa no terreno dela, partilhando-a com outras pessoas e com regras que apenas concorda, não dita.

Homens e mulheres são iguais… Ambos têm vontades para saciar… Todos temos modos diferentes de querer e de obter as coisas. Temos meios diferentes para atingir os nossos fins. Todos escolhemos o caminho que pensamos ser o mais acertado. Por vezes caímos e percebemos que não era bem aquilo que desejávamos. Mesmo assim continuamos a querer e a desejar o que tanto nos prejudica e magoa. O caminho é reflectir e não ignorar e pensar que vai passar.
Falta sempre alguma coisa… e quem não o admite continua no trapézio sem rede.

“Uma pessoa assim… que se habitua a ter o que quer sem lutar… não vai atrás de ninguém, visão de homem…”

Nogueira

"Implacável, é uma pessoa estranha e cheia de contrastes, um pouco egoísta, agressiva, nobre, de horizontes amplos, de reacções inesperadas, espontânea, de ambição sem limites, nada flexível, é uma companhia difícil e pouco comum, nem sempre agrada mas é admirável, com um génio estratégico, muito zelosa e apaixonada, não se compromete."
Há quem diga que sou assim...

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Valsinha

Um dia ele chegou tão diferente
Do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a de um jeito muito mais quente
Do que sempre costumava olhar
E não mal disse a vida tanto
Como era o seu jeito sempre falar
E nem a deixou só num canto
E pra seu grande espanto
Convidou-a pra rodar
Aí, ela se fez bonita
Como há muito tempo
Não ousava usar
Seu vestido decotado
Cheirando a guardado, de tanto esperar
Então os dois deram-se os braços
Como a muito tempo, não usavam dar
E cheios de ternura e graça
Foram para a praça, começaram a se abraçar
Aí, dançaram tanta dança
Que a vizinhança logo despertou
E foi tanta felicidade
Que toda cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos
Tantos gritos roucos
Como não se ouviam mais
E o mundo compreendeu
E o dia amanheceu
Em paz

Chico Buarque / Vinícius de Moraes

sábado, janeiro 13, 2007

ex-amor

Sempre sonhamos
Com o mais eterno amor
Infelizmente
Eu lamento, mas não deu
Nos desgastamos
Transformando tudo em dor
Mas mesmo assim
Eu acredito que valeu
Quando a saudade bate forte
É envolvente
Eu me possuo
E é na sua intenção
Com a minha cuca
Naqueles momentos quentes
Em que se acelerava o meu coração

Martinho da Vila

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Designativa de Satisfação

"Quando sou boa, sou muito boa... quando sou má, sou ainda melhor." Mae West

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Ironic

"It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn't it ironic... don't you think
A little too ironic... and yeah I really do think..."

terça-feira, dezembro 05, 2006

Como Uma Azeitona Sem Caroço Numa Pizza Fria

Como é que é possivel não ter direito a pedir uma justificação? Deves-te achar mesmo o máximo. Eu bem sei o modo como olhas para mim enquanto arrumas os copos das mesas no fim do trabalho, para mim e para todas as outras mulheres. Mas nem isso me impediu de ir para a cama contigo. Mandei-te mensagem por volta da uma hora da manhã, nem sequer me respondeste, andavas entretido a galantear outras. Mas quando nenhuma delas te respondeu recebi eu uma mensagem tua. Já estava em casa de pijama. Otária como sou nem pensei duas vezes, saltei da cama como se de um terramoto se tratasse. Vesti-me em cinco minutos, apenas o tempo de chegares a minha casa. Ignoraste-me assim que entrei no carro e nem um beijo me deste. Fomos para casa do teu amigo, aquele que te empresta a casa para os teus biscates.
Costumo ver-te, sempre no mesmo sitio, com as mesmas pessoas. Continuas a servir as pessoas com esse teu olhar malandro e arrumas os copos enquanto as meninas te piscam o olho. Como ouvi ou li uma vez em algum lado, quando um homem não ama uma mulher gosta de várias. Hoje também não deves dormir sozinho naquele apartamento que o teu amigo te empresta para os biscates. Decididamente só aquilo que não nos pertence é que nos completa e o meu telefone que insiste em não tocar.
I'ts a little bit funny this feeling inside

quinta-feira, novembro 30, 2006

Amar sem ser amado

Estúpida. Não te entendo. Tens cá uma lata. Apareces e desapareces da minha vida como se eu fosse pouco mais que nada. Lembro-me da altura em que sentir algumas saudades tuas começava a ser estranho para alguém como eu, alguém desprovido de sentimentos pelo sexo feminino há mais de dois anos. Agora não sei o que fazer pela simples razão de que já não sei de ti há séculos. Voltaste a desaparecer. Estou cansado de esperar por ti, de te querer, de te desejar e não te ter, este vazio que não me sabe dizer se pensas em mim, se adormeces com saudades minhas ou simplesmente te deitas com outros homens. Sinto que gostas de mim, mas não me amas. Não nos demos tempo, estavamos demasiados ocupados a tentar mostrar um ao outro que somos independentes, frios, calculistas e que não precisamos de uma relação até porque a próxima que tivermos vai ser para casar. Raios detesto falar em nós no passado. Gosto de ti e tu sabes disso. Não se trata apenas do desafio que representas para mim, do desejo que sinto por esse teu corpo, pela tua volúpia, não se trata apenas desse teu feitio de menina rebelde que não se quer prender e que me deixa louco de prazer. Acho que apenas se tratam de imperfeições, imperfeições estas que gostamos um no outro, se calhar é esse o nosso problema. Não sei o que fazer quando estou perto de ti, não sei em que pensas, se sentes algo ou se apenas sou mais um, um que queres conquistar para mostrar como és boa na arte da sedução, como és fantástica, como encantas com esses teus ombros despidos de preconceitos, como mexes comigo, como fico doido só de olhar para ti enquanto serpenteias o corpo ao som da música. Contigo fico completamente desarmado, apenas me deixo ir, com medo, mas deixo-me ir. Por vezes penso que sou masoquista, que sou o único a não reparar que não me queres, mas como te quero para mim entro numa ilusão, isto porque se depender de mim eu quero que fiques para sempre, enquanto o que sinto por ti for verdade. Sim, porque o amor é eterno, enquanto dura.

quarta-feira, outubro 25, 2006

Vagamente Patético

“Ontem foi complicado. A noite que faz chorar e envolvermo-nos em nós próprios, é onde tudo se complica ainda mais. Vemos erros (apenas à espera de vaga). Decisões, quotidiano, emoções e sensações todos eles enganados e fora do contexto. Uma vida sem sentido. Não. Não. Não. O que é feito da emoção? Da adrenalina? A paixão que nos move? A que me move? Sim, eu sei amigas. Chega aquele dia em que acalmamos. Compomos a vida em uma rotina e forma calma. Respeitosamente discordo. Aninhar-me como uma criança a chorar lágrimas sem sentido. Um desconforto enorme. Um vazio inexplicável. Tanto por preencher. Não consigo querer isto. Vocês têm razão. Mas eu também tenho. São tempos de adaptação complicados. Penosos pela incerteza e incongruência dos pensamentos e atitudes tomadas. Eu venho prevenindo de que algo se passa. Algo não está bem. Sinto isso. Revolta-me apenas não saber o que é. Ontem apenas foi o desabrochar de algo que estava enclausurado no peito. Aninhada a chorar?!? Amiga desculpa. Confusa e sem saber o que fazer. Tenho de me refugiar no íntimo do meu ser. Sozinha. Lamento não saber o dia em que tudo isto começou, poderia tê-lo evitado. Ou talvez não. Desgosto amoroso? Não. Desiludida. Apetece-me voltar à idade dos porquês. Ter 4 ou 5 anos, poder fazer todas as perguntas e principalmente alcançar todas as respostas (por mais absurdas que possam parecer). Pergunta óbvia.
Posso voltar ao passado?
Para ter uma resposta correcta tenho que colocar bem a pergunta. Então seria.
Posso voltar para o passado?
Caminhos estranhos estes onde nos leva o pensamento.
Quanto a ti. Ficaste a perder.
Quanto a ti. Perdeste.”
20 de Outubro de 2006

quinta-feira, setembro 21, 2006

Número Mecanográfico

Parece impossível que nos tratem assim mas é verdade, e não se trata de forma alguma de um atestado de incompetência ou até de uma falta de respeito. Veja-se que é um pouco irreal conhecer toda esta família pelo nome próprio. Sim, compreendo que a esta altura estejam a pensar em que família estarei a falar. Afinal não se trata apenas de um emprego? Apenas de uma loja?
A partir daqui podia perfeitamente dissecar mais uma tese digna de um possível mestrado, quem sabe um doutoramento. Mas não. Não vamos entrar por aí. Apesar de ter uma recente entrada neste pequeno (grande) mundo, tenho já a partida, uma noção totalmente diferente dele desde que cá entrei.
Quem faz parte de um mundo que apenas passa em frente às lojas, maioritariamente sem desejo algum em lá entrar, fica completamente fascinado com o que se depara dentro das mesmas (sentido profissional). Nunca sequer ousei imaginar. Refúgio para algumas. Carreira para outras. Apenas meios para atingir um fim. Empenho e dedicação. Figuras de uma vida que jamais se esquecerão. Sorrisos que transparecem apesar das dificuldades passadas.

Valores do dia. Guias de transferência. Entradas e saída de artigos. Reposição das peças. Cestos para arrumar. Bainhas para fazer. Entregas de trabalhos semanais e mensais. Horários das colaboradoras. Mudanças de loja. Rotação de artigo. Tarefas diárias. Valores mensais. Vendas. Sorrisos. Devoluções (que tanto nos custam). Limpeza. Pedidos de cliente (poucos, senão a Marcela…). Montra. Moda. Reclamações. Básicos. Picagem. Vitrinistas. Grades fechadas com clientes no interior ainda para atender. O chão que está sempre amarelo apesar de ser branco. Reuniões mensais (lamento ter faltado à ultima). Etiquetas para os saldos. Pó. Mesmo muito pó. Pressão dos superiores. O mundo a acontecer dentro de uma loja. A nossa função não era apenas dobrar a roupa?

Sem dúvida uma família. Aprender a viver e a conviver uns com os outros. Nem sempre é fácil. Trabalhar com pessoas (leia-se clientes) com gostos, jeitos, manias, modos, maneiras e opiniões diferentes não é nada fácil. Numero mecanográfico?

Longe… muito longe disso.

segunda-feira, setembro 18, 2006

A Minha Entrada Para o Céu

Cada um escolhe o seu destino. Há quem acredite que este está traçado a partir do dia em que abrimos os olhos pela primeira vez. Como há quem defenda a ideia de que destino é algo totalmente controlado por nós que apenas depende das decisões que tomamos e soluções (fáceis ou menos fáceis) que encontramos para a nossa vida. E depois existem pessoas como eu que não defendem rigorosamente nada sobre o assunto. Isso não me atormenta os pensamentos. Sou mais daquele tipo que está preocupada com a entrada para o céu. É no mínimo chato chegar lá em cima e não poder entrar. Pior. Ter de descer novamente. Por favor. Tudo bem que a descer todos os santos ajudam mas… eu quero mesmo entrar. O que estamos dispostos a fazer para lá entrar? Tudo. Até vender a alma ao diabo! Sim eu sei. É um pouco contraditório. Como se costuma dizer, para atingir objectivos não interessam os meios. Tudo vale e vale tudo.

“A tua chave está perdida, devias tentar encontrá-la. Aprendi a trazer a minha pendurada ao pescoço, onde às vezes também ponho o coração, que tem andado demasiado fora do peito para o que seria recomendável. Sou assim, gosto de acreditar que tudo é possível, que os meus sonhos, se forem bons para mim e o melhor para o mundo se podem realizar”. (MRP)

Porque todos estamos dispostos a qualquer coisa para ser felizes. Porque todos estamos dispostos a entrar no céu. Porque todos acreditamos que existe algures um cantinho, com alguém que nos vai acolher. Mesmo que digam que não, no mais intrínseco do ser sabem que sim. Basta um mínimo percalço e é a isso que se vão agarrar com toda a fé e convicção que até ao momento nem sonhavam poder existir. Não me compreendam mal. Céu é apenas uma definição (pessoal) de um certo mundo, que à partida é perfeito (para mim). O vosso pode ser a lua. O mar. A terra. As árvores. Trata-se apenas de um conceito.
Às muitas tardes de sol no Paço dos Duques. Aos dias e dias a sorrir na Citânia. Aos passeios no parque da cidade. Às muitas noites de conversa no balcão da mui nobre Despensa do Marquês. Aos filmes inacabados. E sobretudo ao armário verde, onde vou guardar uma vida de recordações em livros e fotografias. A ti. És sem dúvida a minha entrada para o céu…

Independentemente de acreditar ou não em destino.

Who are you?

“Decididamente separadas por muitas estradas ruas e ruelas. Sem dúvida que sinto muitas, mas mesmo muitas saudades tuas. As coisas agora adivinham-se mais difíceis e complicadas. Destinos estão a ser traçados. Decisões estão e vão continuar a ser tomadas. Alcatrão, paralelo e betão. Não aceito, nem posso aceitar que a distância nos afaste, não me sinto minimamente afastada de ti. Não é mentira alguma dizer-te que penso em ti todos os dias. Aliás é um facto que pode facilmente ser provado cientificamente. Sei que não falamos todos os dias. Sei que muitas vezes andamos desencontradas entre horários de trabalho, família, problemas e resoluções dos mesmos. Sei que muitas vezes nos vamos sentir sozinhas e apesar de nos lembrarmos uma da outra nesse momento, não nos vamos contactar. Sei que vamos ter aquele abraço forte e sincero, que só os amigos têm, sempre que nos virmos. Sei que sabes que se precisares estou aqui a qualquer hora, minuto ou segundo. E sei, principalmente, que ainda vamos rir muito juntas.”
9 de Setembro de 2006

quinta-feira, setembro 07, 2006

"O tempo não se perde, gasta-se"

Não, não foi por causa da areia da praia e da brisa do mar...
Não, não foram as tardes na piscina nem os mergulhos de madrugada...
Não, não foram as noitadas de verão...
Não, não foi o sol abrasador e a cerveja gelada a descer pela garganta... (se bem que...)

Lamento ter-te abandonado. Textos não me faltam. Continuei a escrevê-los. E dou-tos. São teus.
Lamento

quarta-feira, agosto 09, 2006

Escrevo o teu nome no meu corpo para toda a gente ver, bem piroso e lamechas, como o amor deve ser… verdadeiro!

Por muito que isto dê muitas voltas, a vida dele nunca mais vai ser a mesma. Sinto-me tentada a dizer que até é capaz de correr mal. Neste dia novo estreio um coração novo. Independência, por exemplo, é algo que não vai voltar a ter tão cedo. Olho para o céu mas toda a gente foi de férias, apetece-me gritar até rebentar as artérias. É de louvar aos céus. Como pode alguém transformar-se (radicalmente) em tão pouco tempo. Não utilizo a expressão mudar. Quem me conhece sabe que uma das minhas ideias base é que as pessoas não mudam. Podem virar-se do avesso mas voltam sempre à origem. Ele há-de voltar. (Respiro fundo) E lembro-me da força. Vai dar bastantes cabeçadas, mas não quero que ele se preocupe. Nós vamos estar aqui para o apoiar. Já o estamos a apoiar. Sei que para já ele não sente isso. Está numa fase complicada. Não é todos os dias que recebemos o dom da paternidade. Procriamos mais um pouco porque eu adoro fedelhos. Deixem-me ser um pouco egoísta. Afinal com a família podemo-nos dar a esse luxo. Ser egoístas. Tenho mesmo a sensação de me terem roubado algo. E não foi algo insignificante, pelo contrário, foi demasiado importante. Gostas de filmes? Podíamos fazer um bem privado. Eu escrevo, realizo e actuo do teu lado. Algo de que todos (acho que posso falar por todos) sentimos falta. Necessidade que volte. Eu juro que suo sangue por ti. Encontraste numa nova forma de vida. Distante de nós mas perto de alguém de quem aprendeste a gostar em muito pouco tempo. Espero mesmo que sejas muito feliz e que tudo te corra do melhor modo. Envelheço ao teu lado, eu bem gordo tu bem magra, acabamos com o stock nacional de Viagra. Palavras engraçadas de proferir. Bem lá no fundo não consigo senti-las. Não são sinceras. Não quero que sejas feliz assim. Não desta maneira. Desculpa. Não consigo. Queria mais. Esperava mais de ti. Quero que sejas feliz, mas não assim. Já diz o ditado que “Deus escreve direito por linhas tortas”. Esperemos que sim. Quem sou eu (ou nós) para poder julgar. Só te queremos ver feliz porque não te sentimos feliz. Todo o riso transformado num olhar apagado.

terça-feira, agosto 01, 2006

Então baixinha como estás?

O ladrão de sonhos voltou. Achava que ele não ia voltar. É legítimo querer sonhar, mas ele não me deixa. Diz que tenho de ter os pés bem assentes no chão e que não posso esperar que as coisas me caiam do céu. Está sempre a sussurrar-me ao ouvido. Existem certas situações na vida em que temos de ponderar bastante para tomar decisões importantes. Mas o que é importante hoje pode não o ser amanhã. Tenho um amigo que costuma dizer “Dinheiro não interessa, o que interessa é ter ideias. O resto arranja-se”. Até parece fácil. Tão fácil como o sorriso que ele esboça sempre que enfrenta a vida. Aberto e sincero. Insiste em sussurrar. A vida como caixinha de surpresas que é, está sempre a aprontar. Um dia que se julgava perdido tornou-se num culminar de emoções e sensações que foram bem aproveitadas, vividas e revividas. Vamos estabelecer semelhanças com um aeroporto. Partidas. Sabes que vou estar sempre aqui. Não te livras de mim com tanta facilidade. Vou sentir falta da tua companhia, mas estamos para sempre ligadas. Até porque ainda nos devemos umas férias. Chegadas. O mesmo olhar. Aquele cheiro delicioso que só quem se conhece sente. O mesmo sorriso. O mesmo toque. O carinho que insiste e acredita em nós. Nós? (risos) A cumplicidade. A amizade. Apesar de tudo e por tudo.
E este sussurrar que não quer parar. Sim. O ladrão de sonhos voltou.

sábado, julho 29, 2006

Cortinas Cor de Laranja

A vista desta janela não se vai voltar a repetir. Foi a última noite. A última manhã. As cortinas cor de laranja vão ficar. A música que insiste em tocar em altos berros. A festa está instalada neste pequeno jardim. Estas cortinas cor de laranja. Elas sabem o que nós passamos dentro destas quatro paredes. Fantástico. Adoro esta amizade. Mais do que tudo neste momento. Estou sem dúvida muito inclinada para os meus amigos. Sinto falta deles apesar de estarem sempre do meu lado. A secretária que carregamos por estes longos três pisos... a sua dimensão e peso associam-se aos laços criados entre nós. Armários vazios. Estes sacos pretos espalhados pela casa. "Alugo dois quartos a meninas da faculdade". Carrinhos de choque. Farturas. Gelados de máquina. Marroquinos. A tipica festa. O placar está vazio. Mas as recordações ficam. E estão para durar. As árvores oscilam e o sol teima em surgir perante as pequenas nuvens que se avistam. Nunca imaginei gostar tanto da vista desta janela. E destas cortinas cor de laranja. Fica a recordação de duas amigas que hibernaram durante um longo dia. Um dia de inverno passado debaixo dos lençóis a comer e a ver televisão. Riamos tanto... adormeciamos. Tornavamos a acordar, a comer e a ver televisão. Inacreditável. Para sempre recordar.

quarta-feira, julho 26, 2006

Pedra Pomes

Ela: Não consigo acertar mais ao lado.
Eu: Ele todo romântico e tu cortas-te?
Ela: Não posso ouvir mais isto porque não queria que fosse ele a dizer.
Ela: Eu percebo. Se percebo.


Deveriam existir mais placas a dizer "CUIDADO COM O CÃO" (aquelas que vemos frequentemente nos portões). Isto sem dúvida era uma grande ideia. A esta situação a que podemos amavalmente chamar A Teoria do Cão made in Rata (não posso negar os direitos de autor da rapariga, nem quero ferir susceptibilidades) é digna de grande tese por parte da mesma. Ultimamente viu-se rodeada de certas e determinadas situações que lhe provocaram a chamada diarreia cerebral. Ela queria a todo custo que chamasse a este post "a minha amiga que tal como eu acerta sempre ao lado". Preferi declinar tal exigência. Não me leves a mal. Sabes que sou teimosa. O derivar da nossa entusiasmante conversa levou-me a recusar tal opinião. Definitivamente, apesar de apologista da tua teoria, não quero nem ouso ser tão radical. Dividiste a tua teoria em três fases (que não me atrevo a pronunciar, são demasiado chocantes), em três tipos de pessoas (confidencial), em três tipos de relações afectivas (idem). É sem dúvida deliciosa esta teoria.
Estou num dilema. Existem coisas que não posso dizer. Mas apetece-me. Apenas não as posso dizer porque não é bem. Não fica bem. Posto de outra forma, vamos lá dar a volta a questão. Já alguma vez pensaram nos três tipos de pessoas que existem nas nossas vidas? As que nos marcam de forma agressiva. As que suportamos e além de nunca conseguirmos perceber o porquê já desistimos de tentar. E as que dicididamente nos fazem ter um dia de cão.
Vamos apoiar-nos no terceiro tipo.
Segundo aqueles senhores de olhos em bico estamos no ano do cão. E acho que eles têm mesmo razão. Diz-se uma variedade de pedra muito porosa, que serve para polir ou limpar, resultante da solidificação rápida da lava. Tanta coisa que necessitava ser polida e bem limpa. Dar um certo brilho. Lustro. Só ficava bem. Tenham atenção. Muito cuidado com o cão. Quanto à conversa. Adorei. Obrigada. Acordei mesmo para a vida. Para isso servem os amigos.

À minha amiga que tal como eu acerta sempre ao lado

terça-feira, julho 11, 2006

Palavras Cruzadas no Destak

Aquelas fantásticas trocas de olhares. Expressões. Telefonemas onde dividimos e partilhamos conversas sobre carris. Sorrisos cúmplices são trocados devido a devaneios que se passam à nossa volta. Trabalho, lazer, cusquisses, desabafos, leituras, estudos, discussões, momentos, pequenas e grandes experiências. O cair do dia. Vozes altas e vozes baixas. Dormir. Viver. Descobrir. Respirar e esperar. Um último olhar. Ambos sabemos que não nos vamos ver mais. Um adeus. Até um dia. A vida vai continuar e podemos nunca mais partilhar aquele olhar. Aquele sorriso que faz perceber que ambos somos estranhos e ao mesmo tempo conhecidos. Ambos viajamos para um qualquer destino. Somos descobertos e descobrimos. Por escassos minutos ou até por uma hora. Estamos lá e partilhamos. Temos de partilhar. De conviver. Podemos não proferir uma palavra, mas trocamos pequenos gestos. Sorrisos. Quem sabe pensamentos do que nos rodeia. Conhecemos histórias e historietas. Fazemos parte uns dos outros e por vezes somos alheios a tudo isto. Afinal apenas se tratam de vidas cruzadas. Guimarães-Porto.

domingo, julho 09, 2006

Estágio

Até parecia mal de minha parte não fazer referência a um jantar muito especial que decorreu na passada sexta feira, dia 7 de Julho de 2006. Porque especial? Porque foi o culminar de muitos meses a trabalhar arduamente... sim, eu sei que as professorinhas concordam comigo. Mas não só... porque teve a proeza de juntar seis grandes talentos! Só fazia falta quem lá estava. Isabel e Silvia (será que devia dizer professora antes dos nomes próprios?), Francisco e Cristiano (inexplicáveis), eu e a Rolino (ligeiramente atrasadas... mas foi sem querer). Laje do Senhor do Padrão (espero não me ter enganado). Chic (este está certo de certeza).
Jantares como este podem vir muitos mais...

E... Cristiano, para a próxima despede-te das pessoas sim?

Portugal

obrigada

quinta-feira, julho 06, 2006

Que Chatice...

Não do meu agrado, e quem me conhece sabe bem, ouvi muitas vezes e as mais variadas pessoas a queixarem-se do excesso de informação sobre o Mundial de 2006. Já chega diziam eles. E finalmente chegou. Não foi lá muito bom para nós. Também não foi mau. Mas vamos ter aquele pensamento bonito (que sempre nos aconselharam a ter) e dizer todas as coisas bonitas que nos vierem à cabeça sobre a nossa Grandiosa Selecção.
Permitam-me dizer que aquelas peças (giria jornalística) realizadas pela SIC estão um pouco mórbidas. Parece que morreu alguém não acham? Musica lenta (fúnebre)... jogadores em campo... os nomes a surgir.... dá arrepios.
Vamos apoiar e dar apoio. (ups) Desculpem. Lamento imenso. Mas não consigo concordar. Sim são os nossos heróis. Sem dúvida que são o nosso orgulho. Mas estou um pouco reticente. É chato, digo mais, aborrecido nunca ganhar nada. Na hora h ficamos sempre para trás. Não me crucifiquem por querer mais. Muito mais. Ai e tal fomos roubados (não concordo). Ai e tal somos pequeninos (nunca ouviram dizer que o tamanho não importa). Desculpas e mais desculpas. Eu como benfiquista até que estou habituada... mas adiante, até porque não percebo nada de futebol.O que é demais é exagero. Até sábado.

segunda-feira, julho 03, 2006

Nosso Vizinho

"Alemania 2006
Inglaterra - Portugal

Héroe Ricardo El portero detiene tres penaltis y hace semifinalista a Portugal, que fue mejor que Inglaterra

Muy quieto y pegado a su línea de gol, Ricardo se metió en una burbuja de paz mientras el mundo explotaba a su alrededor. La tortura de la rueda de los penaltis había invadido a los lanzadores, a sus compañeros y a los aficionados, pero nunca a Ricardo, que permaneció impasible, ajeno a las caras desencajadas, las bocas secas, las muecas de dolor. Paró tres penaltis.


Cayetano Ros - Gelsenkirchen"
El País